10 de junho – Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas

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O trabalho que fiz foi uma das experiências mais fascinantes que tive desde que entrei nesta escola.

Fazer o trabalho sobre duas personalidades importantes da História de Portugal, Geraldo Geraldes, mais conhecido como o Sem Pavor e João das Regras, com a professora e os meus colegas de turma Tiago, João Calado e Diogo foi muito bom.

Cada imagem foi projetada num papel de cenário, tivemos que copiá-la, depois recortámos e em seguida escolhemos a cor do feltro mais adequada para cada personagem.

O feltro foi cortado e colado de forma a “vestir” as personagens.

Foi um trabalho feito em equipa e sobre duas personagens estudadas nas aulas de História e Geografia de Portugal.

Texto escrito por: Joana Delgado N.º6 do 5.ºB

Fotografia tirada por: Lígia Silva

10 de junho- dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

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Os alunos do 5.º e 6.º Anos participaram na exposição alusiva ao 10 de junho e fizeram diversos trabalhos sobre Luís Vaz de Camões, grande génio da Pátria, representando Portugal na sua dimensão mais resplandecente e mais sublime.

O feriado em sua honra celebra-se a 10 de junho, data provável do falecimento daquele que é considerado o maior poeta de Língua Portuguesa e dos maiores da Humanidade, autor de “Os Lusíadas“.

O 10 de junho nasceu com a República quando Lisboa escolheu para feriado municipal o 10 de junho, em honra de Camões.

Camões representava o génio da pátria, representava Portugal na sua dimensão mais esplendorosa e mais genial e era este o significado que os Republicanos atribuíam ao 10 de junho.

O 10 de junho, dia de Camões, começou por ser festejado a nível nacional com o Estado Novo, um regime instituído em Portugal em 1933, sob a direção de António de Oliveira Salazar.

O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas é pois um tributo à data do falecimento de Luís Vaz de Camões em 1580, utilizada para relembrar os feitos passados do povo lusitano e também os milhões de Portugueses que vivem fora do seu país natal.

Durante o regime autoritário do Estado Novo (1933) até à Revolução dos Cravos (1974) o dia 10 de junho era celebrado como o “Dia da Raça” (a raça portuguesa).

O Dia de Portugal é também o dia em que se tenta “dignificar, através da atribuição de determinados títulos e medalhas, portugueses que se tenham distinguido em determinadas áreas, sem distinção da opção ideológica ou da opção religiosa”.

Texto escrito por: Lígia Silva (professora de H.G.P.)

Fotografias de: Lígia Silva

Español 7º Curso-Proyecto: “Raízes da Memória”

 Los alumnos del 7º curso, en la asignatura de Español, reflexionaron sobre su identidad y sobre la identidad de las personas de sus pueblos. Así, encontraron una forma de valorar sus costumbres, intentando oponerlas a las costumbres de los españoles.

Resultó en un trabajo divertido, puesto que la realización de los folletos llevó a que los alumnos valoraran de forma positiva su pueblo.

Ahora, conoced sus folletos: ¡Qué disfrutéis!

                                                                                              Profesora: Margarida Marques

Filosofia para Crianças: “Regras … O que são? ”

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Dizer “não” a uma criança é uma atitude, dentro do processo educativo, necessária e saudável. A criança precisa de compreender que existem regras, que tudo tem um momento certo e que há horas para brincar, para dormir, estudar etc. Quando a criança tem liberdade total, terá dificuldade em apreender e aceitar regras e limites, pelo que mais tarde dificilmente ascenderá ao sentido pleno da responsabilidade.A falta de firmeza dos pais leva a criança a impor a sua vontade, sem pensar nas implicações dos seus actos e decisões. É ela que determina o que vai comer, o que vai vestir, que programa assistir na TV, etc. Habituados a impor a sua vontade, a criança não aceita ser contrariada.

Dizer “não” a uma criança, no momento certo, não é prejudicial. Muito pelo contrário. Esta pequena palavra é necessária, uma vez que a criança está ainda a construir a sua concepção do mundo. E o mundo, a vida nem sempre é como nós queremos. Écomo é, cabendo a nós saber geri-la. A criança precisa de conhecer os limites, saber distinguir aquilo que pode ou não ser feito, para conseguir viver em sociedade.

Será que estamos a saber fazê-lo enquanto pais e educadores? Ora vejamos:
Mais um dia em que se fez brotar a filosofia destes pequenos pensadores, hoje pensou-se sobre as regras: o que são? E porquê? Qual a sua razão de ser? Ao que me responderam que são coisas que temos de fazer, mas também coisas que tu não podes fazer, como por exemplo dizer a verdade ou entrar num quarto que não é o teu, sem pedir permissão.

As regras estão por todo o lado, na escola, nos sinais, nos jogos, corridas, em casa…Mas será que temos de cumprir as regras?

– “Sim. É importante cumprir as regras para sermos amigos.” P.

– “Para fazermos as pessoas contentes.” V.

– “Se não cumprirmos é uma grande confusão e fazemos os outros tristes.” R.

– “Podemos ser castigados.” M.

– “Há regras mais importantes que outras.” G.

No entanto considerou-se que é mau não cumprir as regras, não somente devido à presença inabalável do outro, mas pela segurança de si próprio. Devemos cumprir as regras para se estar em segurança, isso é da nossa responsabilidade. Mas viver contente ou em grande confusão contribuindo para a tristeza dos outros, também depende de nós.

Assim vimos que ao contrário do que muitos pais pensam, a criança desde cedo é capaz de entender um “não”, isto é, de entender que há limites ao seu desejo de liberdade. E este não gera traumas desde que lhes seja dada uma razão e coerência para a sua interiorização.

Foi o que procurámos fazer em conjunto: procurar as razões do agir e a importância de sua coerência.

Importa agora solidificar estas ideias para que estes pequenos pensadores possam mudar o amanhã e demarcar-se pela diferença numa sociedade em mudança, onde as regras e os valores mais parecem coisas de um passado bem distante.

Até à próxima,

Para conversas de ‘gente grande’.

 

Prof. Renata Sequeira

“Centenário da 1ª Guerra Mundial: a presença portuguesa e os heróis de Mação”

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“Centenário da 1ª Guerra Mundial: a presença portuguesa e os heróis de Mação” foi o tema escolhido para a exposição que esteve patente na Escola sede do nosso Agrupamento entre os dias 1 e oito de Junho. A mesma contou com trabalhos elaborados pelos alunos das turmas A e B do nono ano, no âmbito da disciplina de História, ao longo do ano letivo.

A exposição contou com cartazes; trabalhos práticos e de pesquisa; reprodução de monumentos de evocação aos mortos na Guerra do Concelho de Mação; testemunhos de soldados portugueses (nomeadamente do avô da professora Graça Bento); recolha de pensamentos e reflexões sobre a Guerra, ao longo dos tempos, da autoria de diferentes personalidades de diversos setores (desde a literatura, a política, as artes, a economia…), bem como da recolha de cem testemunhos (fotos, recortes de jornal, pinturas, poemas, discursos, comunicados…) sobre a presença portuguesa na guerra, desde a preparação do CEP em Tancos e da partida dos portugueses, passando pelas duas frentes da guerra (África e França) até ao retorno dos portugueses.

Foi ainda dado destaque às homenagens feitas aos soldados portugueses (aqui destacou-se a réplica do monumento aos sete soldados maçaenses que morreram na guerra), ao papel desempenhado pelas mulheres portuguesas durante a guerra em Portugal e em França, não esquecendo a visão artística e humorística da guerra.

Escolheram-se três cores: o preto da guerra, da dor, da escuridão; o branco da paz e da esperança e o vermelho do sangue derramado.

Pretendeu-se evocar o heroísmo, a coragem, as dificuldades, o sofrimento e o papel desempenhado pelos soldados portugueses neste grande conflito militar, dando uma visão transversal da guerra, de como era a sociedade portuguesa da altura e de como foi vivenciada e sentida pelos diferentes setores e intervenientes.

Pretendeu-se igualmente desenvolver várias competências nos alunos, operacionalizando uma “História viva”, que se faz, se constrói e se atualiza através do trabalho e da identificação dos alunos com as temáticas que exploram.

Profª  Ermelinda Martins

Agrupamento mantém papel de destaque no Empreendedorismo – alunos 10º A ganham o prémio de “A ideia mais inovadora a nível empresarial”

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Este ano letivo o nosso Agrupamento manteve a sua já longa atividade de desenvolvimento do empreendedorismo, operacionalizando-o do 1º ciclo ao secundário e deu, mais uma vez, mostras de que somos empreendedores, trazendo para casa mais prémios. De facto, estamos de parabéns, a equipa “MacInovation” representante do Projeto EmpreEscola – empreender no secundário, dinamizado pela Nersant e pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, venceu uma das categorias em concurso a de “A ideia mais inovadora a nível empresarial”.

A equipa, composta por quatro alunos, Rodrigo Leitão; Ricardo Veiga; Gonçalo Martins e João Ferreira, do 10º A, desenvolveu e apresentou um Projeto empresarial à volta de um produto inovador: o “CapSound”, uma touca de natação com pequenas colunas incorporadas, anatomicamente ajustáveis aos ouvidos, que permitem a transmissão de músicas, mensagens… através de um dispositivo (telemóvel, tablet, computador…), que funciona por Bluetooth.

A ideia/produto surgiu da necessidade, constatada pelos alunos, de algo que tornasse os treinos ou outras situações de lazer no meio aquático, menos entediantes e repetitivos, já que isto acontece na prática regular dos desportos. A equipa procurou soluções para este problema chegando à música, que era a forma de entretenimento com que os alunos mais se identificavam e que, por si só, funciona como uma terapia, não só porque nos descontrai mas também nos motiva. Assim sendo, ponderámos o que era preciso para a sua concretização e, depois de ultrapassadas muitas ideias e dificuldades, surgiu a CapSound, cuja idealização do produto surge na imagem a seguir.

Como podemos ver, é uma touca que tem incorporada a nível interno pequenas colunas, anatomicamente ajustáveis aos nossos ouvidos (o que por si só a torna mais funcional e com maior qualidade estética), funciona por Bluetooth a partir de qualquer dispositivo acessível a todas as pessoas e, apesar de ter nos jovens o seu maior público alvo, é transversal a qualquer setor etário, destacando-se a sua adaptabilidade aos seniores que revelam dificuldades de audição.

Enquanto coordenadora deste projeto, deixo uma palavra de apreço ao senhor Diretor e respetiva Direção, que tiveram sempre uma palavra amiga de incentivo e motivação ao nosso trabalho; ao professor Aquilino Neves pela ajuda preciosa que nos deu na aprendizagem do Prezi, que explorámos na nossa apresentação em sessão de júri; à Câmara Municipal de Mação por nos ter disponibilizado o transporte e, como não poderia deixar de ser, aos meus alunos “empreendedores” pela paciência e gentileza  que tiveram comigo nas muitas horas de trabalho que tivemos juntos. Como já tive oportunidade de lhes dizer, ainda antes de saber o resultado final, foi um privilégio trabalhar com eles e, independentemente do prémio (que é sempre muito recompensador e gratificante), o importante é dar relevo à capacidade para transformar ideias em projetos focados na inovação, na diferenciação e na criação de valor. A todos, bem haja!

A professora: Ermelinda Martins

Un Viaje Cultural a España (Toledo y Salamanca)

El pasado día 23 de abril, los alumnos del Atelier de Español y del Club Europeo fueron rumbo a España en un inolvidable viaje a Toledo y Salamanca.

Por la medianoche salimos de la escuela en dirección a Toledo, la ciudad de las siete colinas y de las tres culturas.

En Toledo nos encantó la catedral de Santa María, las callejuelas típicas y del convivio de todos, en una plaza, mientras comíamos.

Por la noche, asistimos a una Ruta Misteriosa por las cuevas de la ciudad, conocimos también sus leyendas y sus mitos.

Después de un día lleno, nos fuimos al albergue para relajar los pies y la mente.

Dormimos en el Albergue Juvenil San Servando, un castillo encantador, con vista para la ciudad.

El 25, por la mañana, nos marchamos hasta Salamanca, una ciudad muy juvenil a pesar de antigua, es decir, un lugar con mucha movida.

Aquí, todo fue genial, ¡nos pasamos bomba!, la guía fue fenomenal, nos explicó con mucha proximidad todo sobre la ciudad.

Terminamos con el museo de Historia de la Automoción con la idea de que no era necesario existir frontera entre los dos países. Fue divertido ver la evolución de los coches y dos fórmula uno, uno de Fernando Alonso español y otro de Michael Schumacher, alemán.

Todos disfrutamos del viaje y del aprendizaje hecho.

11º A

POESIA

www.coudelarialopesdacosta.com
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Eu era um cavaleiro navegante

 

Eu era um cavaleiro navegante,

Que andava a navegar,

Para encontrar um lugar

Onde pudesse conhecer

A luz do meu olhar .

 

Tinha um cavalo saltitão

Que só gostava de saltitar

E por isso, muitas vezes,

Tinha de andar a pé

Se não queria focinhar.

 

Naveguei, naveguei, naveguei,

Até que encontrei

Uma terra a que chamam

Terra dos Navegantes.

 

Aí encontrei

Um sol muito brilhante,

Que não sabia eu

Que me faria ficar

Naquela terra

Daí adiante.

 

Ah, mas quem diria

Que o meu cavalo saltitão

Ficaria apanhado de todo

Por uma égua que lhe chegou

Ao coração.

 

Tiago Fernandes, 8ºA

Should you take a Gap Year?

Gap Year

A gap year is a year off school that you take after you finish high school and before you start learning in a college. It is, in my opinion, a very good idea. After all, you’ve just finished high school, some of the most stressing years you will ever have in your life! So, why don’t you take a year just for yourself, before going to college, so you can take a part-time job or have an internship so that you can get a taste of what day-to-day working life feels like?

Also, I’ve heard that universities encourage students to take a year to themselves and employers are happy to give jobs to these students. It’s your chance to make some money for yourself, as well. Tuition fees aren’t exactly low and maybe it’s time to start saving some money.

Anyway, whether or not you like the idea, my advice to you would be for you to research your options first. But my opinion remains: maybe after these last three years of high school you ought to have a time out just for yourself.

Raquel Cabrita   11º A