Exposição de lendas da História de Portugal

Os alunos do 5.º Ano pesquisaram diversas lendas relacionadas com os conteúdos lecionados na disciplina de História e Geografia de Portugal.

A lenda é uma narrativa ou tradição escrita/oral de factos ou coisas fantásticas, muito duvidosas ou inverosímeis transmitida pela tradição oral através dos tempos.

De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam factos reais e históricos com factos irreais que são meramente produto da imaginação  humana.

Com exemplos bem definidos em todos os países do mundo, as lendas geralmente fornecem explicações plausíveis, e até certo ponto aceitáveis, para coisas que não têm explicações científicas comprovadas, como acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Podemos entender que a lenda é uma degeneração do Mito.

Como diz o ditado popular “Quem conta um conto acrescenta um ponto”, as lendas pelo facto de serem passadas oralmente de geração em geração, sofrem alterações à medida que vão sendo recontadas.

Na exposição dos trabalhos constavam 28 lendas relacionadas com a História de Portugal, tais como: dos três rios; do galo de Barcelos; do esquecimento; das amendoeiras em flor; de Geraldo Geraldes; da Serra da Estrela; do cativo de Belmonte; da fonte da moura; do milagre das rosas; da conquista de Silves e a lenda de Pedro e Inês.

Texto escrito por: Lígia Silva (professora de H.G.P.)

DSC05714

Exposição de trabalhos “Biografias de personalidades estudadas no 6.ºAno”

DSC05653

Eu fiz a biografia de Napoleão Bonaparte e achei muito interessante, porque fiquei a saber mais sobre esta personalidade que teve um papel importante durante as invasões francesas.

Adorei estudar essa personagem e pensei logo que seria uma ideia espetacular, porque foi uma atividade diferente das que fazemos na disciplina de História e Geografia de Portugal.

Texto escrito por: Camila Lourenço  N.º2 do 6.ºA

Eu fiz a biografia de Mouzinho da Silveira e gostei muito, porque aprendi mais coisas sobre ele, o seu papel como ministro e as reformas realizadas na agricultura durante a 1.ª metade do século XIX.

Eu acho que a proposta da professora foi boa, porque eu fiquei entusiasmada e acho que os meus colegas também são da mesma opinião.

Texto escrito por: Maria Santos   N.º12 do 6.ºA

VII Campeonato SuperTmatik História de Portugal

Os alunos do 5.º ao 9. ºAno participaram no  VII Campeonato SuperTmatik de História de Portugal.

Este campeonato tem como principais objetivos fomentar o interesse pela aprendizagem da História de Portugal; contribuir para a aquisição, consolidação e ampliação de conhecimentos sobre a história do nosso país; reforçar a componente lúdica na aprendizagem da História de Portugal; promover o convívio entre alunos, professores e restante comunidade escolar.

A competição iniciou-se com a realização dos campeonatos intra-turma para o apuramento dos campeões SuperTmatik de cada turma. Em seguida, os campeões de turma pertencentes ao mesmo escalão (ano de escolaridade) participaram no torneio inter-turma, para apuramento do campeão e vice-campeão escolar, por escalão de competição.

Foram apurados para participarem na final online os seguintes alunos:

Joana Delgado (5.ºB – campeã)

Pedro Matos (5.ºC – vice-campeão)

Manuel Estrela (6.ºC- campeão)

Camila Lourenço (6.ºA – vice-campeã)

David Dias (7.ºB – campeão)

Mónica Silva (7.ºC- vice-campeã)

Tiago Fernandes (8.ºB – campeão)

Clara Minhoto (8.ºB – vice-campeã)

Lúcia Pires (9.ºB – campeã)

Raquel Parente (9.ºB vice-campeã)

A partir do dia 27 de março a 17 de abril, os alunos selecionados puderam aceder a uma versão limitada do jogo superTmatik online com acesso livre e que esteve disponível em www.eudactica.com/supergame/supergame.html. Pretendia-se que durante esse período, os alunos se ambientassem ao tipo de prova que irão realizar aquando da Grande Final Online e não que treinem virtualmente.

A final nacional online decorreu de 20 de abril a 8 de maio e constará de três tentativas com vista à obtenção do melhor tempo no jogo online.

Apenas o melhor resultado de cada aluno foi contabilizado para efeitos de posicionamento no ranking SuperTmatik 2015.

Os resultados obtidos pelos alunos foram os seguintes:

Joana Delgado – 44.º lugar

Pedro Matos – 49.º lugar

Manuel Estrela – 6.º lugar

Camila Lourenço – 69.º lugar

David Dias – 43.º lugar

Mónica Silva -18.º lugar

Tiago Fernandes -7.º lugar

Clara Minhoto – 26.º lugar

Lúcia Pires – 46.º lugar

Raquel Parente – 32.º lugar

Texto redigido por: Lígia Silva (professora de H.G.P)

Fotografias tiradas por: Lígia Silva

DSC05690

va

18 de maio – Dia Internacional dos Museus – Clube Europeu

IMG_5887
Clica na foto para veres as restantes fotografias.

DO GESTO À ARTE

                Dia 19 de maio celebrou-se o Dia dos Museus e para tal, alguma forma teria de se pensar para comemorar esta data. Um dos princípios que temos de respeitar é que, em primeiro lugar, está aquilo que é nosso, que é da nossa região; como não poderia deixar de ser: o Museu de Mação foi a escolha eleita.

            De uma forma permanente, o museu tem à disposição a exposição “DO GESTO À ARTE” que procura demonstrar a importância do trabalho manual desde os tempos primitivos: o uso da mão como principal instrumento de “fazer arte”.

            Podemos orgulhar-nos de ter uma das regiões em que a arte rupestre predomina, na Ocreza, temos vários exemplos de algumas culturas que pisaram a nossa terra, que a exploraram naquilo que de melhor tem; desenvolveram-na e ainda deixaram marcas para que todas as gerações futuras sejam testemunhas do seu trabalho e da sua passagem pela nossa zona.

            O museu desempenha essa função: a de nos “entregar” a mensagem que os nossos antepassados nos quiseram deixar.

Beatriz Branco   11ºA

Caminhos

sentimentosdaalma.arteblog.com
sentimentosdaalma.arteblog.com

“Quem é mais feliz: o que luta por uma vida digna e acaba na forca, ou o que vive em paz com a sua inconsciência e acaba respeitado por todos?”

In Felizmente há luar!

         Hoje em dia é frequente que a maioria da população se identifique com o segundo ponto de vista da afirmação, o chamado “caminho fácil”.

No entanto, existe a chamada minoria indesejada que é, normalmente, composta pelas pessoas que têm ideias mais avançadas ou até mesmo diferentes.

Esta minoria acaba, ordinariamente, mais cedo ou mais tarde, por ir parar “à forca” e esta forca representa um sentido de assassinato, que poderá estar relacionada com motivos políticos. Tomemos como exemplo o caso do general Gomes Freire de Andrade.

O sujeito que vive em paz com a sua inconsciência (consciente ou inconsciente) e acaba respeitado por todos é uma das características do portugal atual, mas não só, pois no passado este fenómeno repetiu-se nomeadamente na obra “Felizmente Há Luar!” de Luís de Sttau Monteiro em que a personagem Vicente é disso um exemplo, pois devido à sua “inconsciência” acaba premiado como chefe da polícia.

Infelizmente, a nível mundial, as pessoas indesejadas são cada vez menos, visto que a sociedade dos nossos dias está imbuída numa ideologia cada vez mais fraca, sem conteúdo e sobretudo falsa, dado que é baseada numa aceitação social composta por equívocos.

Em síntese, e para concluir , as pessoas que estão ligadas à ideologia transmitida na segunda parte da pergunta nunca poderão ser felizes, embora inconscientemente pensem que podem. Termino dizendo que mais pessoas se deviam identificar com a primeira parte da pergunta para que possam dizer corajosamente como um homem que nunca esqueceremos, chamado Humberto Delgado, “Estou pronto a morrer pela liberdade”.

Leonardo Martins Oliveira Costa, 12ºA

Should you take a Gap Year?

images

I think that taking a gap year is a very good idea because a gap year is a big adventure in your life and it may give you a lot of new things like getting to know new cultures and learning other languages, for example. But these are not the only reasons why I want to take a gap year. I want to take a gap year because now the universities encourage it and the employers do it too because in a gap year you earn some experience, some maturity and education. In a gap year you may have to work to earn your own money, like having a part-time job and with that obligation earn and save your own money. It’s like survival! So, to conclude, I think that a gap year is a very good experience because it gives you a lot of good things and one day it can change a decision of an employer to hire or not hire you!

João Matos 11º A

Should you take a Gap Year?

12.08.15-mjs-win-a-gap-year_582_375

I think you should take a Gap Year because you’ll learn more, you’ll get more experience and meet other people and other cultures.

In spite of having the need to save some money to take a Gap Year, you’ll be successful in this trip.

In a Gap Year you’ll learn more languages and this will be written in your CV.

This Gap Year will change your life: you’ll be more mature!

It’s a way to relax, have fun and you can get a job sooner than you think.

Take a Gap Year if you can!

Glória Alves  11º A

POESIA

Desenho de Ana Dias
Desenho de Ana Dias

Aldeia do Sol

 

Naquele fim de tarde, via-se ao pôr do sol

uma magnífica aldeia com reflexos brancos

e amarelos, e de seu nome Aldeia do Sol.

 

Tinha este nome porque o sol ali nascia,

e também morreria

ali naquela baía,

ao fundo daquela aldeia, que mais tarde se

transformaria numa antiga vila onde

existiria uma romaria.

 

Ao fim do dia ali se contaria a célebre

história da antiga vila.

 

 

 

 

Ana Catarina Dias, 8ºA

 

 

Should you take a Gap Year?

Gap-Year-Slider

Hi guys! In my opinion, teenagers should take a gap year to see if they really want that job or career for the rest of their lives, by doing some part-time job on their preferred area first. By doing this, they can say what they really want to do. This will also make them more mature and more commited to life!

So, this is the main reason why you should take a gap year, mainly to improve your skills and get an idea of what your future job will be like when you finish school, this is why I agree with the gap year and I think you should do the same.

Beatriz Branco  11º A

Should you take a Gap Year?

13.01.18-mjs-pm-gap-year-destinations-2_582_388

The gap year is an unforgettable experience in any person’s life – it is something that brings experiences and learning that will make each grow more as a person. In my opinion, this pause in our daily lives is an asset, for example for young people who are undecided on what to do in the future and will acquire new knowledge and may be given answers for the numerous questions they have. We need to promote the gap year more in schools and universities.

Of course, you need to save money for this year. You’ll be away from home, but with will everything is solved. When we leave home, to get out of our comfort zone, we will become more responsible and pay more attention to life.

Done, the gap year is a huge amount of benefits and the truth is that it is a fabulous time in the life of those who go through this opportunity.

Beatriz Pereira  11º A