The online.verdehorizonte.net/ stats helper monkeys prepared a 2014 annual report for this blog.
Here’s an excerpt:
The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 39,000 times in 2014. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 14 sold-out performances for that many people to see it.
O fim deste primeiro período e o início das férias de Natal ficou marcado por um momento especial para os 86 participantes na atividade My International Pen Friends: a tão aguardada chegada das listagens dos seus correspondentes! A alegria só não foi total porque as listas de correspondentes dos alunos da professora Sílvia Ramadas só chegaram à escola no primeiro dia de férias e, por isso, não puderam ser entregues aos alunos. Porém, assim que as aulas forem retomadas, em janeiro, a professora Sílvia Ramadas terá o prazer de lhes fazer chegar os nomes dos seus colegas que, ao redor do mundo, aguardam as suas cartas.
A atividade está a envolver alunos de países tão distantes como a Austrália, o Canadá, os Estados Unidos da América, a República da China, Suíça, Áustria (de onde um aluno do 12.º ano já recebeu uma carta, mais especificamente da região de Tirol), França, Alemanha, Itália, Espanha, Argentina, etc…
Cada aluno poderá corresponder-se com um total de 14 colegas de vários países, o que será bastante enriquecedor para todos os participantes.
A sua participação é gerida, ao longo de um ano, pela organização International Pen Friends, entidade responsável pelo cruzamento dos dados, atribuição de correspondentes aos participantes e fiscalização e, depois disso, os alunos são completamente livres de continuarem a corresponder-se com os seus amigos se assim o desejarem.
Incentivamos, neste momento, os alunos que já têm as listagens de pen friends consigo a aproveitarem estes dias de férias para elaborarem as cartas, seguindo as instruções contidas neste documento para a sua correta escrita.
Partilhamos convosco este este artigo no jornal The Guardian, que destaca a importância da escrita como veículo de transmissão da nossa própria personalidade. Tomamos mesmo a liberdade de citar esta parte: “Writing has always been seen as expressing our personality. In his books the historian Philippe Artières explained how doctors and detectives, in the late 19th and early 20th century, found signs of deviance among lunatics and delinquents, simply by examining the way they formed their letters. “With handwriting we come closer to the intimacy of the author,” Jouvent explains. “That’s why we are more powerfully moved by the manuscript of a poem by Verlaine than by the same work simply printed in a book. Each person’s hand is different: the gesture is charged with emotion, lending it a special charm.”
Desejamos que estas férias estejam, para todos, carregadas de momentos de alegria e que a participação nesta atividade vos traga muitas cartas cheias de palavras bonitas e de emoções novas.
A equipa do teu jornal on-line deseja-te umas boas férias, cheias de momentos agradáveis, com muito descanso, alegria e saúde. Em janeiro cá nos encontraremos novamente, para mais uma etapa desta nossa caminhada conjunta.
Feliz Natal e Próspero Ano Novo são os votos da equipa da biblioteca escolar. Todo o ambiente natalício que se vive na biblioteca escolar teve o apoio da professora Lina Dias, a ela, o nosso muito obrigado.
Clica na foto para veres a reportagem fotográfica completa.
Hoje foi assim o nosso dia:
“Três maçãs e a possibilidade de fazer filosofia com crianças”
“O entendimento não deve aprender pensamentos, mas a pensar. Deve ser conduzido (…), mas não levado em ombros, de maneira que no futuro seja capaz de caminhar por si sem tropeçar.” Kant
Filosofia para Crianças ou Filosofia com Crianças? Na verdade esta problemática parece-me menor, apenas importante como tomada de consciência daquilo que é ou deverá ser a prática filosófica com crianças.
Por um lado, Filosofia para…, na medida em que adaptamos o desenvolvimento de competências filosóficas especificamente para as crianças, em analogia ao desejavelmente feito em Filosofia enquanto disciplina do Ensino Secundário. Por outro, Filosofia com…, pressupõe a criação de uma Comunidade de Investigação em que as crianças são coautoras da sua própria aprendizagem e investigação filosóficas, tal como propôs Lipman.
Uma das funções do professor de Filosofia (e não apenas do professor de Filosofia com Crianças) é a de ajudar os seus alunos a despertar a mente e a abrir-se para toda a fascinante complexidade do real que nos rodeia. Como escreveu Nietzsche, “o nosso espanto será infindável desde que tenhamos olhos para esta maravilha”. Quem quiser fazer Filosofia com Crianças e filosofia em geral terá de ter isto em conta. Sem essa atitude infantil de maravilhamento com aquilo que nos rodeia não haverá filosofia nem filosofar porque na verdade não haverá nada sobre o que filosofar. Querer filosofar é uma primeira condição essencial para se filosofar, e muito do nosso esforço enquanto professores (ou facilitadores) de FcC (Filosofia com crianças) passa, exatamente, por procurar desenvolver estratégias e exercícios que motivem as crianças a querer pensar.
O exercício que a seguir descrevo foi realizado numa turma do pré–escolar com um grupo de cerca de vinte alunos entre os 3 e 5 anos de idade.
A sessão de FcC começa, como habitual, com as crianças sentadas em círculo esperando pelas indicações do moderador. Desta vez tínhamos alguns adereços no meio do nosso círculo: três pratos: um vazio e duas maçãs. Em cima de dois dos pratos estavam duas maçãs (uma de plástico e uma verdadeira) e o terceiro prato estava vazio para a maçã imaginada e desenhada por eles. Aos alunos foi dito que não podiam tocar nas maçãs nem nos pratos.
Depois de 2 minutos em que os alunos puderam conversar e refletir em pequenos grupos deu-se início ao diálogo entre todos.
Objetivo: O ser e a aparência e encontrar os critérios de “realidade”.
Para alguém ser capaz de investigar racionalmente um problema filosófico deverá ser capaz de utilizar, entre outras, as seguintes ferramentas cognitivas: especular (avançar teorias, hipóteses e princípios, refletir, debater ideias, relacionar teorias e conceitos, defender ideias com razões, clarificar as suas ideias com exemplos, analisar conceitos, avançar contraexemplos, problematizar e usar terminologia adequada.
– A maçã da esquerda é verdadeira porque tem pintas. (Guilherme C.)
– Mas se pintarmos umas pintas na maçã de brincar, ela não deixa de ser a fingir. (Lara)
-A maçã da esquerda é uma maçã, a outra parece mas não é mesmo. ( Rita)
– A maçã da esquerda é verdadeira porque dá para descascar. (Guilherme M.)
-Como sabes se dá para descascar, não podes tocar? (Maria)
– Para mim, a maçã do prato vazio não existe porque não a vemos.(José)
– Mas ela existe na nossa cabeça. ( Rita)
-Existe alguma coisa que não vemos mas que é real? (Vera)
– Os micróbios existem e não vimos e depois ficamos doentes.(Simão)
Com o relato destas intervenções dos alunos do pré-escolar num Diálogo Filosófico procurei demonstrar que crianças muito novas (entre os 3 e os 5 anos) têm capacidade de investigar filosoficamente um assunto usando algumas das ferramentas mais básicas de investigação filosófica.
Neste pequeno texto procurei ilustrar com exemplos retirados de uma sessão de FcC a forma como crianças são efetivamente capazes de fazer uso destas ferramentas filosóficas e como são capazes de, mesmo que de uma forma ainda muito embrionária no caso das crianças mais novas, pensar e dialogar filosoficamente uns com os outros.
Agora compete-nos a nós, pais, professores e educadores, permitir e ajudar os nossos filhos e alunos a desenvolver não apenas as capacidades cognitivas que referimos mas também as “atitudes dialogantes” necessárias para que essas mesmas capacidades se desenvolvam de forma natural e saudável.
Numa sessão de FcC procuramos que as crianças aprendam a dialogar umas com as outras o que implica que aprendam a ouvir-se calmamente umas às outras, que se habituem a criticar respeitosamente as ideias dos outros e a aceitar que as suas ideias sejam também criticadas, que pensem antes de falar e, muito importante, que estejam preparados para mudar de ideias se lhes mostrarem que não têm razão em vez de se agarrarem teimosamente a elas como um náufrago a uma bóia. Neste ponto particular nós adultos temos muito a aprender com as crianças.
É, sobretudo, nestas “atitudes dialogantes” que a Filosofia com Crianças pode fazer a diferença ao focar a sua prática no diálogo entre os alunos, nas suas próprias ideias e experiências e no cultivo das atitudes adequadas ao diálogo (respeito e interesse pelo outro, humildade, curiosidade, persistência, gosto pelo debate de ideias, etc.) É importante reter que numa sessão de FcC não há professores e alunos, educadores e alunos ou pais e filhos. Há, isso sim, pensadores que em pé de igualdade nada sabem e querem aprender… uns com os outros.
Este ano os alunos do 12ºC do Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde levaram música e dança aos dois Lares da Santa Casa da Misericórdia de Mação. A época natalícia ficou assim marcada com muita música e animação. Utentes e alunos dançaram e divertiram-se com alguns passitos de dança sob instruções da professora Ana Santos. No final da atividade os alunos distribuíram umas lembranças aos utentes e funcionários dos Lares. Estas lembranças (uns anjinhos) foram elaboradas pelos alunos sob orientação do professor Jorge Estrela. Foi um dia bem passado onde a alegria reinou. O empenho e a dedicação dos alunos foram recompensados com sorrisos e agradecimentos dos utentes. Mas os Lares não se esqueceram dos alunos e ofereceram um lanchinho no final da visita.
No dia 11 de novembro foi dinamizada a atividade “Andakatu vai à Escola” da responsabilidade do Museu da Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo.
O arqueólogo Pedro Cura deu a conhecer aos alunos do Curso Vocacional do 3.º Ciclo o modo de vida do Homem Pré-Histórico e exemplificou como eram fabricados alguns utensílios.
Os alunos puderam observar algumas técnicas de fabrico que foram recriadas, ver e tocar em determinados utensílios e aprender de forma diferente daquela a que estão habituados.
Texto e fotografias de: Lígia Silva (professora de História)
Embora ainda não tenha certezas, no futuro gostava de ser veterinário, pois gosto de animais, gosto de tratar deles, gosto de brincar com eles e de os acariciar.
Tiago Fernandes
Embora ainda não tenha certezas mas gostaria de ser astronauta, ir à lua de foguetão, saber conduzi-lo e fazer piruetas com ele.
Gonçalo Maia
Nos meus sonhos, eu vejo-me a dar uma volta ao mundo, a passar em alguns continentes Europa, África, América e também a passar em algumas ilhas como o Havai, a República Dominicana e Cabo Verde. Quero fazer a minha volta ao mundo de avião e dizem que essa viagem demora muito tempo, mas para mim fazia essa viagem num ano, seria o melhor ano da minha vida.
Filipe Serra
Embora eu ainda não tenho certeza, mas o meu sonho é viajar por todo o mundo e cujo destino é a China, para voltar ao país onde eu nasci.
Xu Biying
Nos meus sonhos eu vejo-me como a maior parte das outras raparigas querem ser. Eu quero tirar um curso de enfermeira obstetra, depois também me quero casar e ter dois filhos, de preferência um menino e uma menina.
Maria Eduarda
Embora ainda não tenha certezas, do futuro gostava de ter uma casa grande e viver bem com um trabalho de que eu gostasse. Quando era pequena, sonhava em ser designer de moda, veterinária, jornalista, advogada, cientista. Também quis ser a mais nova rapariga a ir ao espaço, mas ainda não tenho a certeza do que quero fazer.
Beatriz Rodrigues
Embora ainda não tenha a certeza do futuro, possivelmente gostaria de ter um emprego, ter uma família grande, a minha própria casa e ter três lindos e queridos cães a correr pelo jardim.
Ana Catarina Dias
Nos meus sonhos vejo-me a ser técnico de informática!
Eu gostava de montar uma nova empresa de computadores, só que ainda não sei o nome que lhe darei.
Diogo Cristovão
Nos meus sonhos, eu vejo-me, quando eu for grande, com um Ferrari igual ao do Cristiano Ronaldo e também desejava que me saísse o Euromilhões.
Ruben
Embora ainda não tenha certezas, gostava de ser da Polícia Judiciária porque gosto de perseguições, de cenas de crimes e gostava de utilizar uma pistola.
Eduardo Mendes
Embora ainda não tenha certezas, gostava de ter dois filhos, um menino e uma menina. Ainda não tenho uma ideia certa de qual a minha profissão de sonho, já pensei em muitas, mas nenhuma me fascina! Gostaria também de ter uma casa mesmo a meu gosto e uma vida orientada e com dinheiro.
Maria João
Embora ainda não tenha certezas, gostava de ter três ou quatro filhos, ter um bom emprego e especialmente de que goste, mas principalmente ter saúde e ser feliz.
Marta Mousaco
Embora ainda não tenha certeza, eu gostava de ser nadador salvador ou, se possível , nadador de alta competição, pois desde pequeno sinto-me muito à vontade dentro de água e os meus pais já investiram muito para que tal pudesse acontecer.
Henrique Silva
Nos meus sonhos, eu vejo-me… Vejo-me a trabalhar para o FBI, em Miami numa casa junto ao mar, com uma grande família e com um cão.