O tabu – A Interrupção Voluntária da Gravidez

cratonoticias.wordpress.com
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O aborto propositado sempre foi um tema tabu e totalmente intolerável nas gerações mais antigas e principalmente na igreja.

A decisão de ter um filho deve ser tomada conscientemente, procurando dar à criança um ambiente saudável para crescer, a presença de ambos os pais e recursos para sustentar a mesma. Mas isto nem sempre acontece.

Frequentemente, o casal não tem uma relação saudável e, por vezes, nem relação existe e as mulheres são abandonadas pelos companheiros ou pelos pais do bebé e, por vezes, até pela família. Estas, vendo-se assim sozinhas, tem duas opções: abortar ou trazer a criança ao mundo.

Quando, mesmo sem qualquer tipo de ajuda, decidem trazer a criança ao mundo, procuram sustentar-se a si e sobretudo ao filho, usualmente, por meios ilegais. Como, por exemplo, muitas delas entram nos caminhos da venda de droga ou na prostituição para poderem dar uma vida ao filho. Mas será isto um ambiente minimamente razoável para que alguém cresça? Não será melhor nestes casos abortar? Porque no final, tanto a mãe como o filho terão uma vida infeliz e sem o mínimo de condições.

Mas nem todas as mulheres querem ver nascer um filho indesejado e veem como única solução o aborto. Por vezes, nos países onde residem, o aborto voluntário é ilegal. Então, estas veem como única saída fugir para países onde o aborto é permitido. Por exemplo, em Portugal, nos tempos em que o aborto era ilegal, muitas mulheres viajavam para países da Europa de leste, onde abortavam sem o mínimo de cuidados de saúde e higiene. Por esta razão, para quê proibir o aborto se quem o pretende fazer o faz de qualquer das maneiras, no seu país de origem ou noutro qualquer?

Concluindo, as entidades que estão contra a legalização da interrupção voluntária da gravidez deveriam refletir e tentar entender a posição destas mulheres, não vendo o aborto apenas como a morte de alguém, mas como uma das soluções para diminuir o sofrimento de um ou dois indivíduos.

  Rita Marques, 11ºA

 

 

Imigração ilegal e direitos humanos III

www.theguardian.com
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“As questões da imigração ilegal chegaram ao topo das prioridades da agenda europeia. Estima-se que haverá entre três e cinco milhões de imigrantes ilegais no território da União(…)”

É um tema sensível, um problema que assombra a União e por isso um tema a ser discutido e refletido.

A imigração ilegal pode parecer, para quem opta por este caminho, a única solução possível para fugir à opressão que por motivos políticos, económicos e sociais, assombram as suas vidas. No entanto, este não é nem será no futuro a solução mais viável. Longe disso! Este tipo de imigração deve de ser travado. Na grande maioria dos casos, o país que é escolhido pelas pessoas para lá retomarem a sua vida, não tem capacidades nem condições para lhes proporcionar uma vida digna, vida digna que é direito, direito humano.

Mas, refletindo sobre isto, o que podem os governos europeus fazer para equilibrar a situação livrando estas pessoas do caos em que vivem, sem terem de fugir do seu país? Ou pelo menos, impedir que se dirijam todas para um mesmo local e possibilitar que sejam inseridas de uma forma bem sucedida na sociedade? O que deve a União impor a estas pessoas que, no fundo, nada têm?

Sim, são questões difíceis, questões que não podem passar ao lado de ninguém! Questões que já muitos tentaram resolver, mas que, infelizmente, ninguém conseguiu. E por agora? Continuarão os países europeus a receber imigrantes não lhes dando o mínimo que merecem? Continuarão as pessoas a morrer em Lampedusa na tentativa de melhor vida? É difícil, demasiado difícil.

 

Mariana Silva, 11ºA

 

Jogo do Investimento

Turma 12B – Curso Profissional Técnico de Marketing

Foi com muito entusiasmo que 12 alunos repartidos em quatro grupos da Turma de Marketing aceitaram o desafio, apresentado pelo professor de Gestão Empresarial, do ISCTE da 10ª edição do Jogo do Investimento.

O jogo do investimento tem como principal objetivo possibilitar um primeiro contacto dos alunos do secundário com a realidade dos mercados financeiros. Ao permitir um acompanhamento muito próximo durante cerca de um mês do dia a dia dos principais mercados financeiros, os participantes no jogo terão oportunidade de apreender, testando na prática alguns dos conceitos essenciais de realização de investimentos e de funcionamento dos mercados financeiros.

Apesar de ser a primeira vez que a turma/escola participa em eventos desta natureza, de salientar que três das quatro equipas já apareceram no Top20, conseguindo com a sua participação colocar a Escola na 1ª semana do concurso no Top5.

Mais informações: http://ibs.iscte.pt//?pt=Jogo-Investimento-Candidatos

 

Elaborado por:
Andreia Bessa, Nº4

Supervisão pedagógica e científica: Prof. Pedro Lopes

Marketing

Semana da leitura

A Semana da Leitura decorreu com muito sucesso e pretendeu-se com esta iniciativa sensibilizar para a importância da leitura, diversificar as situações de leitura e pôr os alunos em contacto com diferentes escritores e leitores. De seguida apresenta-se as fotografias.

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(Clica na foto para veres as restantes fotos.)

A equipa da biblioteca escolar,

António Bento

S. Valentim – CPT Marketing

No passado dia 14 de Fevereiro de 2014, a turma de Marketing realizou a atividade de “São Valentim – Dia dos Namorados”.

imagem da noticia

Para começar bem o dia, com alegria e muito amor, nada melhor que um filme cheio de romance “Amor e Honra”, de seguida para dar continuidade a este dia de paixão nada melhor que ouvir algumas músicas românticas para que o clima de amor não termine, por isso para acabar em grande este dia de São Valentim realizou-se um Karaoke para os apaixonados.

cartaz filme

Esta foi a nossa proposta que teve, na nossa opinião, grande sucesso.

Texto escrito por:
Helena Lopes, Ana Ambrósio, Catarina Martins, Carlota Parente – 12ºB
Supervisão pedagógica e científica:
Professor Pedro Lopes

Exposição “Ataque ao castelo!”

DSC04549(Clica na foto para veres as restantes fotos.)

Os castelos são fortalezas que foram construídas para proteger as povoações e situam-se em lugares altos para melhor vigiar o ataque dos inimigos.

Normalmente têm muralhas e várias torres e são feitos de pedra.

Os castelos são construídos em locais estratégicos, ou seja bem localizados, onde se possa avistar o avanço dos exércitos inimigos.

A exposição “Ataque ao castelo!” aconteceu na semana de 4 de fevereiro até ao dia 10 do mesmo mês e foi importante para mostrar que os alunos adquiriram mais conhecimentos e deram largas à imaginação na construção de castelos e das armas de guerra utilizadas durante o ataque a essa fortificação.

Houve quem trouxesse castelos bastante criativos, uns com mais pormenores do que outros, mas todos aqueles que participaram demonstraram interesse por essa atividade.

Esperemos que as turmas que vierem para o 5.º Ano, em setembro, façam castelos iguais ou até melhores! Vamos ver o que acontece…

Texto escrito por: Manuel Estrela N.º 13 do 5.ºC

Fotografias de : Lígia Silva

Acrósticos sobre Aventura

aventura

Aventureiro pelo mar

Valente por terra

Enamorado por Penélope

Navio naufragado na ilha de Córcira

Tudo alcançou este nosso herói

Ulisses, o maior aventureiro da história

Rei da mais linda terra grega, Ítaca

Amou sem limites o mar e a terra!

Mónica Silva, 6ºC

aventuras

Alcançar o infinito

Vencer a guerra e o mar

Enfrentar o vento, o mistério e todos os perigos

Navegando pelos mares desconhecidos

Tempestades furiosas enfrentar

Ultrapassar os nossos medos

Rasgar o mar

Abraçar o desconhecido!

Alunos do 6ºC, sob orientação da profª Clara Neves

Carta de Ulisses a Penélope

ulisses

   Troia,17 de janeiro

Minha Querida Penélope,
Envio-te esta carta para que saibas que ainda estou vivo e também para te contar uma grande novidade: Após dez difíceis e longos anos, conseguimos vencer os troianos.
“E como a ganharam?”, perguntarás tu. Bom foi graças a uma ideia que eu tive.
Decidi construir um bonito cavalo de pau. A sua beleza foi inspirada em ti, minha querida.
Esse cavalo tinha uma pequena porta para alguns dos meus marinheiros e eu nos escondemos, enquanto os outros fingiram que se tinham ido embora para Ítaca.
Depois colocámos o cavalo às portas de Troia em ar de homenagem.
Como os Troianos sabiam que nós, os Gregos, não éramos parvos, demoraram três
dias até abrir as portas de Troia.
Quando viram o nosso lindo cavalo, levaram-no para a praça principal e, muito espantados, não sabiam que destino dar àquele estranho presente. “Destrói-se com os machados” disseram uns e nós lá dentro. De imediato, outros disseram: ”Queima-se” e nós apavorados, tremíamos como varas verdes. Finalmente, alguém disse: “É um cavalo muito bonito, vamos oferecê-lo aos nossos deuses.”. Todos concordaram e nós sentimo-nos aliviados.
Passaram-se quatro dias de festa entre os troianos. Ao quarto dia, já estavam todos sem forças para nada.
Quando tudo acalmou, eu abri a portinha do cavalinho e as portas de Troia para os outros homens entrarem.
Olha Penélope, já não existe Troia. Destruímos tudo e salvamos a nossa querida princesa Helena.
Agora só penso em voltar para os teus braços e abraçar o nosso filho. Que grande já deve estar!
Adeus, meu amor! Espero regressar muito em breve.

Com muitos beijinhos do teu fiel marido,
Ulisses

P.S.- Recebi o título de “Destruidor de Troia”. Quando chegar à nossa linda Ítaca, jamais te deixarei de novo!

Mónica Silva, 6ºC

ulisses (1)

Troia, 28 de junho

Querida Penélope,

Espero que estejas bem, estou a escrever-te esta carta para tu saberes que eu ainda estou vivo.
Tenho boas notícias para ti, meu amor: acabei de vencer a guerra de Troia e salvei a rainha Helena. Espero que não fiques com ciúmes.
A cidade ficou completamente destruída, não ficou pedra sobre pedra!
Depois da batalha fiquei conhecido como “O Destruidor de Troia”.
Tratou-se de uma grande vitória e todos me reconheceram como um grande herói.
Estou de partida e, como deves calcular, tenho muitas histórias para contar e estou cheio de saudades tuas e do nosso filho Telémaco.

Muitos Beijinhos,

Ulisses

P. S. – Levo um presente especial para ti e para o Telémaco.
Volto em breve.

                                                                                              Pilar  Costa, 6ºC

Cartas elaboradas no âmbito do estudo da obra – Ulisses, de Maria Alberta Menéres – sob a orientação da professora Clara Neves