Visita de estudo ao Museu Marítimo de Ílhavo e Navio – Museu S. André

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O Museu Marítimo de Ílhavo surgiu como um museu de vocação etnográfica e de temática marítima. Lugar de memória dos ilhavenses, das fainas do mar e da Ria de Aveiro, o museu assumiu a “Faina Maior” – a pesca do bacalhau à linha – como a sua exposição mais emblemática, em 1992. Em Outubro de 2001 reabriu um novo edifício, de notável valor arquitectónico. É hoje um museu antigo com um projecto moderno. Fruto desta expansão em Agosto de 2001 o Museu passou a integrar um pólo – o arrastão bacalhoeiro “SantoAndré” – sito na Gafanha da Nazaré.

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Navio-Museu Santo André
Este arrastão lateral (ou “clássico”) nasceu em 1948, na Holanda, por encomenda da Empresa de Pesca de Aveiro. Era um navio moderno, com 71,40 metros de comprimento e porão para vinte mil quintais de peixe.
Ao longo de quase 50 anos foi arrastão salgador, congelador, pesca com redes de emalhar, operando nos mares da Terra Nova, Angola e Gronelândia.
Nos anos oitenta surgiram restrições à pesca em águas exteriores que resultaram na redução da frota e no abate de boa parte dela. O Santo André não escapou à tendência. A 21 de Agosto de 1997 foi desmantelado. O armador do navio, António do Lago Cerqueira, L.da (pescas Tavares Mascarenhas, S.A.) e a Câmara Municipal de Ílhavo decidiram por mútuo acordo transformar o velho Santo André em navio-museu. Inaugurado a 23 de Agosto de 2001, o Santo André iniciou um novo ciclo da sua vida: mostrar aos presentes e vindouros como foram as pescarias do arrasto do bacalhau; honrar a memória de todos os seus tripulantes durante meio século de actividade.

Texto: Prof.ª M. Manuela M. Alves e alunos da turma

Fotos: Prof.ª M. Manuela M. Alves

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