Os alunos do CEF-2ª concluíram recentemente o estudo da obra – O Auto da Barca do Inferno – de Gil Vicente, tendo apreciado bastante a mesma e ficado fãs deste grande vulto da literatura portuguesa. No âmbito de uma actividade sugerida pelo manual, cada aluno imaginou e redigiu um pequeno epitáfio (inscrição tumular) em sua memória:
“O grande Gil Vicente, pai do teatro, dramaturgo e tudo mais, um grande homem apesar de não ter sido muito alto… será? Estará no Céu ou no Inferno? … Não se sabe, imaginem tudo… bye, bye!”
João Pedro Santos, n.º5
“Aqui jaz Gil Vicente, o grande dramaturgo, actor, cómico e poeta que viveu na transição entre a Idade Média e o Renascimento.”
Larissa Teixeira, n.º6
“Gil Vicente, homem honesto, verdadeiro, gentil, trabalhador, escritor, pai do teatro, dramaturgo que julgou toda a sociedade da sua época. Com ele muita gente aprendeu e os seus erros reconheceu.”
Miguel Saramago, n.º7
“Aqui jaz Gil Vicente que era um dramaturgo português e também o pai do teatro, tendo escrito muitas peças ao longo da sua vida.”
Sílvia Raimundo, n.º9
“Aqui jaz Gil Vicente, o grande dramaturgo, poeta e actor do século XVI.”
Bruno Mendes, n.º1
“Aqui está sepultado um grande homem, o pai do teatro português. Escreveu grandes obras portuguesas como o Auto da Barca do Inferno, no qual julgou a sociedade da sua época. Era um grande dramaturgo e poeta português que só morreu uma vez.”
Rodrigo Murta, n.º8
CURIOSIDADE:
Gil Vicente terá escrito o seu próprio epitáfio. No seu túmulo, em Évora, na Igreja de São Francisco, pode ler-se o seguinte:

«O grande juízo esperando
jazo aqui nesta morada
também da vida cansada
descansando.
Pergunta-me quem fui eu
atenta bem para mim
porque tal fui coma ti
e tal hás de ser com’eu.
E pois tudo isto vem
ó leitor, de meu conselho
toma-me por teu espelho
olha-me e olha-te bem. »
Professora Clara Neves