Há coisas que parece que nunca mudam, tais como as crises e especialmente a pobreza. A pobreza não começou no nosso tempo, ela já vem do passado, talvez agora esteja pior porque temos mais acesso à informação e todos os dias temos conhecimento das pessoas que morrem de fome ou que no inverno morrem de frio.
Ao longo da história, a pobreza e a miséria têm provocado muitos motins. A situação da França, antes da revolução, era a de um estado pobre num país rico.
Revolução francesa foi o nome dado a um conjunto de acontecimentos. Em causa estava o antigo regime e os privilégios do clero e da nobreza. Os chamados privilegiados estavam isentos de impostos, e apenas uma ordem, o povo, sustentava o país com grande dificuldade e pesados impostos, ante os elevados custos das sucessivas guerras e os supérfluos gastos da corte do rei Luís XVI.
Nos dias de hoje parece que a situação não se alterou e através dos meios de comunicação sabemos que a pobreza mais severa se encontra nos países subdesenvolvidos, no entanto sabemos igualmente que nos países desenvolvidos a miséria se manifesta na existência de “sem-abrigo” e de subúrbios pobres.
Por pobreza e miséria entende-se carências materiais, envolvendo as necessidades da vida quotidiana como alimentação, vestuário, alojamento, educação e cuidados de saúde, depende do contexto social e acaba por ser uma desigualdade. Todos os anos morrem milhares de pessoas por razões relacionadas com a pobreza, sendo a maioria mulheres e crianças.
Eu penso que devíamos fazer qualquer coisa quanto a isto, mas o problema é que há muita gente, nos quais incluo os órgãos governamentais, que só se preocupam consigo próprios. Essas pessoas não querem saber desses pobres.
A um mês do 25 de Dezembro convém não esquecer o Natal.
Leonardo Martins, 8ºB