Após vários meses de boatos e especulações, que a Apple não confirmou nem desmentiu, mantendo o suspense, finalmente foi revelado um novo produto Apple: o iPad.
O iPad encaixa na categoria dos TabletPC e possui
- 24 cm x 19 cm x 1,3 cm (um pouco maior que um caderno A5);
- bateria até 10 horas de autonomia;
- 680 g ou 730 g de peso (dependendo do modelo);
- ecrã sensível ao toque de 9.7″ (sensivelmente o mesmo tamanho do ecrã do Magalhães);
- resolução de 1024×768 pixel;
- espaço em “disco” flash de 16 GB, 32 GB ou 64 GB;
- acelerómetro;
- sensor de luminosidade;
- microfone e colunas incluídos;
- wi-fi, 3G, Bluetooth e GPS disponível apenas em alguns modelos.
No entanto revela-se um dispositivo decepcionante, pois faltam-lhe algumas características “essenciais”, como por exemplo uma câmara (os rumores pré-lançamento chegaram a falar em duas câmaras, uma para fotos e outra para video-conferência) e a capacidade de executar várias aplicações em simultâneo.
Esta é, na verdade, a principal falha do iPad. Permite executar todos os programas do iPhone, mas tal como o iPhone, apenas um de cada vez, não permite fazer a alternância de tarefas a que estamos habituados nos desktop e portáteis.
Basicamente, podemos dizer que o iPad é um iPhone grande, mas que não dá para fazer chamadas telefónicas.
