Danças urbanas na escola



Na escola EB 2,3/Secundária de Mação, existe uma actividade extra-curricular que encheu a folha das inscrições. Esta actividade chama-se “Danças urbanas”. As danças urbanas decorrem à segunda-feira e à quinta-feira. A professora chama-se Eva. Este ano houve rapazes que se inscreveram por causa do BREAK DANCE, mas também se inscreveram raparigas. Os ensaios decorrerão no ginásio da escola.

Joana Fernandes 7ºB

Aulas de Educação Física na Piscina de Mação

Os alunos da Escola Básica 2,3/Secundária de Mação têm algumas aulas de Educação Física na piscina.
Estas aulas acontecem uma vez por mês, porque a escola tem um contrato com a piscina.
Nestas aulas os alunos têm oportunidade para desenvolver os seus conhecimentos práticos sobre natação e aprender mais sobre a modalidade.
Como a escola tem este contrato, os alunos desta escola têm oportunidades que outros não têm, noutras escolas. É muito agradável!

Joana Catarina Falcão Mousaco, nº:10 7ºB

BARRAGEM DA PRACANA

A Barragem da Pracana é um local espectacular para os amantes da pesca.

Nesta barragem existe uma grande variedade de peixes desde alburdios, carpas, barbos, peixe gato e achigã.
Como podem confirmar, tem uma vista 5***** e uma quantidade de peixe muito grande.
Aconselho fortemente a vossa visita a este magnífico local para aproveitarem a belíssima paisaguem sobre a Barragem da Pracana e a Zimbreira, no “castelo velho”, serra da Zimbreira-Envendos.

Podem ver as fotos aqui.

Texto e fotos: João Martins, 9ºC

O PEGO DA RAINHA

Como podem ver pelas fotos, o conceito do concelho de Mação esta certo.
O conceito de que falei é o dos 3 AAA: Bom Azeite, Boa Água e Bom Ar.
O que estão a ver nas fotos é o Pego da Rainha, situado na Zimbreira, Freguesia de Envendos Concelho de Mação.
Espero que visitem o Pego da Rainha, pois acho que será um dia bem passado para quem gosta da natureza. E para quem gosta de escalada existem umas grandes paredes para o efeito.

Podes ver as fotos aqui.

Texto e fotos: João Martins, 9º C

ALUNOS DO 11.º B NA FEIRA DOS SANTOS

Somos alunos da turma B, do 11º ano, do Curso Profissional Técnico de Processamento e Controlo da Qualidade Alimentar e estamos no presente ano lectivo a realizar diversas actividades, no âmbito do Módulo “Transformação de Produtos Agropecuários”, da disciplina Processamento Geral dos Alimentos.
Até agora já confeccionámos: calda de pimentão, pimento em salmoura, doce de tomate, doce de maçã, marmelada, geleia, doce de gila e doce de abóbora. Também já fizemos alguns licores: licor de café, licor de romã, licor de leite e outros.
Estes produtos vão ser postos à venda na Feira Anual de Mação (Feira dos Santos) a realizar no dia 1 de Novembro. Vamos integrar a reconstituição histórica da feira, junto ao edifício dos Paços do Concelho.
Visitem-nos e comprem os excelentes produtos por nós confeccionados e mais algumas iguarias.
NÓS AGRADECEMOS.

Clica aqui para veres as fotos.

Texto e fotos: alunos do 11.º B e prof.ª Manuela Alves

VISITA DE ESTUDO À ADEGA COOPERATIVA DE TOMAR

No passado dia 30 de Setembro, de 2009, a turma B, do 11º ano, do Curso Profissional Técnico de Processamento e Controlo da Qualidade Alimentar, efectuou uma visita de estudo à Adega Cooperativa de Tomar, no âmbito das disciplinas Controlo da Qualidade Alimentar e Higiene e Segurança na Indústria Alimentar.
Esta Adega Cooperativa foi constituída em 22 de Junho de 1957, tendo iniciado a sua actividade em 1965.Com um total de 800 sócios, a área social da Adega Cooperativa engloba os concelhos de Tomar, de Torres Novas, a freguesia de Chãos, do concelho de Ferreira do Zêzere e a freguesia de Alburitel, do concelho de Ourém.
Admite-se que 75% do vinho produzido nas áreas geográficas citadas resulte das explorações vitícolas dos seus associados, sendo que a produção média varia entre 4/4,5 milhões de kg de uvas brancas e tintas, o que resulta em 3/3,5 milhões de litros de vinho. A predominância de solos argilo-calcários e um microclima propício fazem com que as castas Baga, Camarate, Periquita, Trincadeira Preta, Cabernet Sauvignon, Tinta Miúda e Touriga Nacional para vinho tinto; e as castas Arinto, Fernão Pires, Malvasia, Tália, Trincadeira das Pratas, Alicante Branco, Rabo de Ovelha e Chardonnay, em matéria de vinho branco, encontrem habitat adequado, dando origem a vinho de reconhecida qualidade. Qualidade comprovada pela conquista de trinta medalhas de ouro e dezassete de prata, além de dezenas de outros galardões, em certames nacionais e internacionais.
Tivemos oportunidade de visitar a unidade de recepção das uvas, a unidade de produção de vinhos, os laboratórios, a unidade de engarrafamento, a unidade de comercialização, os serviços administrativos e o armazém e depósitos exteriores.
Foram-nos explicados, de uma forma muito pormenorizada e explícita, os processos tecnológicos de fabrico dos vários tipos de vinho e as acções de controlo efectuadas durante o fabrico e na conservação e envelhecimento, nomeadamente os pontos de controlo e pontos críticos de controlo. Também fomos esclarecidos sobre regras de higiene e segurança adoptadas.

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Texto e fotos: alunos do 11.º B e prof.ª Manuela Alves

VISITA DE ESTUDO À QUINTA DO CÔRO – SARDOAL

No passado dia 14 de Outubro de 2009, a turma B, do 11º ano, do Curso Profissional Técnico de Processamento e Controlo da Qualidade Alimentar, efectuou uma visita de estudo à Adega da Quinta do Coro, situada em Sentieiras – Sardoal e à fábrica de confecção de marmelada e geleia, na Zona Industrial de Sardoal, no âmbito das disciplinas Controlo da Qualidade Alimentar e Higiene e Segurança na Indústria Alimentar.
Na fábrica de marmelada e geleia pudemos visitar a zona de recepção da matéria-prima (marmelos e gamboas), a zona de cozedura da matéria-prima, a zona de descasque, a zona de trituração da polpa, a zona de embalamento da polpa, a zona de conservação da polpa, a zona de adição de açúcar à polpa e aquecimento da mistura formada, a zona de embalamento da marmelada, a zona de prensagem dos caroços cozidos de marmelo, para a extracção da pectina, destinada à confecção de geleia e a zona de selecção e polvilhamento de figos secos, para comercializar.
Na adega tivemos oportunidade de visitar a unidade de recepção das uvas, a unidade de produção de vinhos, o laboratório, a unidade de engarrafamento e a zona de conservação/envelhecimento dos vinhos.
Foram-nos explicados, de uma forma muito pormenorizada e explícita, os processos tecnológicos de fabrico da marmelada e dos vários tipos de vinho e as acções de controlo efectuadas durante o seu fabrico e na sua conservação e envelhecimento, nomeadamente os pontos de controlo e pontos críticos de controlo. Também fomos esclarecidos sobre regras de higiene e segurança adoptadas.

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Texto e fotos: alunos do 11.º B e prof.ª Manuela Alves

TEXTO DE OPINIÃO – AS CRIANÇAS E A GUERRA


Foto: Zoriah

Todos os anos, milhares de crianças, se vêm obrigadas a abandonar as suas casas, os seus pertences e muitas vezes, os seus pais. Outras ainda, acabam por morrer, ou ficam seriamente feridas e com deficiências físicas para o resto da sua vida, devido a guerras de interesses entre nações.
É por esta razão que não irei escrever um texto “com quatro parágrafos, no qual registo a memória da situação vivenciada”, pois certamente, se tivesse vivenciado tal situação, quatro parágrafos não chegariam seguramente para a relatar. Não a tendo vivido nem presenciado, seria enormemente sádico da minha parte, tentar colocar-me naquele lugar. Como é óbvio, nunca sentiria o desespero, a ânsia e o medo que aquela criança, e outras por esse mundo fora, poderão sentir em situação idêntica.
É repulsivo de tal forma para mim tentar vivenciar tal situação, que sinto que é um ultraje à memória de quem realmente já passou por isso. Certamente essas crianças não desejariam passar por tal, logo não vejo qual o benefício de me fazer passar por “vitimado de guerra”.
O único cenário que imagino, é que ter à volta de sete anos de idade, e não saber a razão pela qual milhares de homens passam por mim carregados com armas, disparando sobre outras pessoas, não deverá ser nada agradável, sendo pelo contrário, verdadeiramente traumático. Por respeito à memória de tais crianças que infelizmente passaram por situações desse tipo, e por aquelas que pereceram, fica expressa a minha preferência de não elaborar um texto desse género.

João Coelho, 12.º A